
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
"Milionários Oprimidos" em manifestação

Libertados últimos presos após visita de José Soeiro a Casablanca
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Gaza: Pior que crime
Pa

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domingo, 27 de janeiro de 2008
A SOCIEDADE E A LIBERALIZAÇÃO DAS DROGAS LEVES
Actualmente um dos temas que mais se discute na sociedade em que vivemos é a liberalização das drogas leves e também o seu consumo. Cada vez é mais corrente ouvir pessoas de todas as idades, em particular os jovens, a falar acerca desta temática: de um lado encontramos os defensores de uma sociedade livre de escolher, do outro lado visões algo conservadoras que sustentam a opinião de que é mais simples proibir a explicar, consciencializar e alertar os potenciais consumidores (e falo maioritariamente pelos jovens) para os efeitos nocivos para a saúde que estas substâncias podem provocar a médio e longo prazo. Ainda existe outro grupo: o dos infundados. Aquele grupo de pessoas que são inertes, indiferentes a esta discussão porque julgam que os problemas da sociedade não são da preocupação de todos ou ainda por falta (voluntária ou involuntária) de informação.
Eu não sou indiferente. Tenho uma opinião que certamente desagrada aos mais conservadores. Assumo-me a favor da liberalização das drogas leves. O que não significa que algum dia vá consumir. Simplesmente julgo que o melhor não é esconder e censurar mas sim sermos livres para escolher, mediante a informação de que dispomos.
E porquê? Julgo que proibir não é solução. Não é solução para os problemas do mundo, não é solução para a sociedade, não é solução para o país! Parece que no Século XXI ainda existem assuntos tabus, porque de certa forma fala-se, discute-se e ouvem-se palpites de certas pessoas ainda numa perspectiva retrógrada. E o problema é que não são tabus na perspectiva de não se falar... mas na perspectiva de que é mais fácil proibir, negar, fazer oposição a um conjunto de ideias ou medidas só porque não seria acertado ou até mesmo conveniente que, por exemplo, as drogas leves fossem aceites no seio do povo português. Seguindo esses princípios a sociedade não evoluiria e sendo assim estaríamos a caminhar para um retrocesso grotesco ao nível da liberdade dos cidadãos. E será que isso não está a acontecer mesmo?
Actualmente proíbe-se porque se pensa que é o melhor, pois explicar aos jovens os perigos destas dependências e colocar nas suas mãos o benefício de decidir é mais complicado. Proíbe-se porque sim! E isso a meu ver ainda tem consequências mais negativas, dado que os jovens muitas vezes são atraídos é pelo que é novo, diferente, mas também pelo risco, pela aventura, pelo que é proibido. Como diz a sabedoria popular: "O fruto proibido é o mais apetecido".
Está comprovado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) que algumas drogas leves como a cannabis causam menos dependência física que o álcool ou o tabaco, que geralmente são aceites pela sociedade. Mas é obvio que também poderão existir casos de forte dependência das drogas leves, como também acontece com a maior parte dos fumadores e com os alcoólicos. Por isso, considero que existe bastante hipocrisia por parte de pessoas que se dizem respeitáveis e moralistas que ao aceitar algumas fontes de dependência e a indeferir outras. Geralmente utilizam argumentos infundados como a dependência psicológica. Dizem que é maior no caso das ditas drogas leves (que não são aceites) e o tabaco e o álcool. Pois nesse aspecto sou bastante crítico. Defendo que a dependência psicológica começa antes do indivíduo experimentar.
Mas a hipocrisia de que falava não me espanta. O negócio ilegal da droga rende milhões em todo o mundo. Se a venda e consumo de drogas leves fossem democratizados e liberalizados, esse comércio não renderia tanto aos mais poderosos e principalmente às grandes organizações criminosas internacionais intimamente ligadas à máfia que lideram e monopolizam o mercado em termos de por exemplo estupefacientes. Como as drogas leves são proibidas, o consumidor fica nas mãos de criminosos, de gente sem escrúpulos que vai introduzindo drogas mais pesadas e maltratando um consumidor que possivelmente se drogas como a cannabis fossem de venda livre não passaria disso.
Não vale a pena dizer que não, só porque não. Há que educar!
Deixem-nos escolher!
Texto de Eduardo Marques - Lamego
Este texto pode ser consultado em http://www.viseu.bloco.org/
Deputado do Bloco de Esquerda em Marrocos com imigrantes expulsos

O deputado do Bloco de Esquerda tem ainda marcado um encontro, hoje, com os imigrantes que se encontram em liberdade. Amanhã, participará numa concentração em frente ao estabelecimento prisional de Al Maarif, em Casablanca, onde ainda se encontram detidos a maioria dos imigrantes expulsos de Portugal. Nessa acção, convocada por diversas ONG´s, incluindo a Migrant Europe e o Fórum Social de Marrocos, participarão vários deputados da oposição que repudiam a atitude do Governo português e a complacência das autoridades marroquinas.
O Bloco de Esquerda, em requerimento ao ministro da Administração Interna, denunciou que os imigrantes marroquinos expulsos de Portugal se encontram detidos (à excepção de dois), em condições humanitárias inaceitáveis e terão sido vítimas de roubo e chantagem, por parte das autoridades marroquinas.
O BE considera inaceitável esta situação, sublinhando que: "O Estado Português não pode repatriar pessoas sem ter garantias de que as mesmas serão recebidas em condições dignas humanitárias no seu país de origem". E questiona: "Por que razão entendeu o Senhor Ministro não conceder uma autorização de residência ao abrigo do estatuto de vítimas de auxílio à imigração ilegal?"
Entrega da petição na AR! FERVE
Na próxima quinta-feira, dia 31 de Janeiro, vai ser entregue na Assembleia da República a petição promovida pelo FERVE – Fartos/as d’Estes Recibos Verdes.Ao longo de dois meses, graças ao meritório esforço de todos/as quantos/as se solidarizaram com esta causa, foram recolhidas cerca de 4800 assinaturas, em papel, provenientes de Portugal e do estrangeiro.O resultado deste esforço vai agora ser entregue ao Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama, numa audiência que contará com a presença do FERVE e também de João Pacheco (jornalista e membro dos Precári@s Inflexíveis) e José Luís Peixoto (escritor).
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Eis o texto da petição:PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PARA NEUTRALIZAR A UTILIZAÇÃO DOS DENOMINADOS “FALSO S RECIBOS VERDES”Os/As signatários/as desta petição solicitam à Assembleia da República, enquanto órgão constitucional representativo dos/as cidadãos/ãs portugueses/as, e ao abrigo da sua função de controlo, que, desencadeie e incremente as acções tendentes a corrigir todos os vínculos laborais constituídos directamente com a Administração Pública a recibos verdes, pela consideração de que, embora designados como prestações de serviço tout court, respeitadores dos regimes de contratação pública em vigor, são antes trabalho prestado por conta de outrem com características em tudo subsumíveis ao conceito de “contrato de trabalho”, vivendo de forma dissimulada pela desoneração que os laços precários trazem para o contratante público.
Defendem os/as signatários/as que cabendo à Assembleia da República, de acordo com o texto constitucional, a vigia do cumprimento da lei, lhe são devidos todos os actos de controlo da preservação dos institutos jurídicos da legislação portuguesa e, concretamente do cumprimento pela Administração Pública das normas jurídicas em vigor.No universo laboral português, há milhares de pessoas que são contratadas para exercer funções em entidades públicas, sendo para tal recrutadas como trabalhadores/as independentes. Esta situação permite o seu fácil despedimento, sem que tenham direito a receber subsídio de desemprego e habilita o Estado a demitir-se de lhes assegurar o pagamento de subsídios de Natal e de Férias.Consideramos que o Estado tem de se afirmar como um garante da legalidade e, no que concerne à contratação laboral, constituir-se como exemplo a seguir pelas entidades privadas. Neste sentido, tendo em conta que a situação dos “falsos recibos verdes” também se verifica em entidades privadas, o Estado deve agir de forma a fazer cumprir a lei.Pelo exposto, solicitamos que a Assembleia da República legisle no sentido de fazer com que:1) se regularizem, com a generalização de contratos individuais de trabalho, todas as situações de uso de “falsos recibos verdes” na Administração Pública;2) pelo aperfeiçoamento dos mecanismos legais, se incremente a actividade da Inspecção Geral da Administração do Território de modo a que esta possa ser mais eficaz na verificação da utilização de "falsos recibos verdes” por parte de entidades públicas;3) o Estado exija às entidades com as quais trabalha ou às quais solicita serviços que estas tenham a situação laboral dos/as seus/suas trabalhadores/as regularizada, certificando-se de que não recorrem à contratação com "falsos recibos verdes”;4) pelo aperfeiçoamento dos mecanismos legais, se reforce o poder fiscalizador da Inspecção-Geral do Trabalho para que esta possa ser mais eficaz na verificação da utilização de "falsos recibos verdes” por parte de entidades privadas.
Cinco mil assinaturas contra falsos recibos verdes
O movimento FERVE - Fartos/as d'Estes Recibos Verdes - recolheu já 4.800 assinaturas numa petição que vai entregar à Assembleia da República na próxima quinta-feira, com o intuito de corrigir os "falsos recibos verdes" dos trabalhadores da administração pública. O movimento denuncia que milhares de pessoas são contratadas c omo trabalhadores independentes para permitir o seu fácil despedimento "sem que tenham direito a receber subsídio de desemprego, de Natal e de férias".
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Bloco contesta modelo de gestão das escolas

Jornada de Protesto denuncia "brutalidade social" do governo

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Louçã no Algarve fala de Saúde e corrupção
Fran

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Boaventura de Sousa Santos: novos desafios para o Fórum Social Mundial
A mobilização contra o capitalismo, a injustiça e a opressão exige convergências intensas a partir de diferenças plenamente assumidas, disse à IPS o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, que prevê sérias dificuldades futuras para as reuniões do Fórum Social Mundial (FSM). Por Mário de Queiroz, da IPS
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INEM: Bloco de Esquerda quer explicações no parlamento
O Blo

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Governo não cumpre promessa: reclusos continuam sem sanitas
O governo prometeu erradicar das prisões portuguesas o chamado balde higiénico até ao final de 2007, mas a verdade, revela a edição do Público de hoje, é que ainda há 656 celas em Portugal onde os reclusos fazem dejectos num balde. Esta situação, considerada uma "prática medieval" e uma "vergonha nacional", continuará pelo menos até 2009, segundo o ministro da Justiça.
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António Arnaut e Manuel Alegre subscrevem petição em defesa do SNS

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Barragem acaba com a Linha do Tua
O último troço da linha do Tua, que liga Mirandela a Foz Tua, vai perder a viabilidade com a construção da barragem. Esta é a visão do presidente da Câmara Municipal de Mirandela, José Silvano, que afirma que “o caminho-de-ferro não faz qualquer sentido se não tiver uma ligação à linha do Douro e ao litoral”.Para já, o estudo efectuado para a construção da albufeira, disponível na página da Internet do Instituto Nacional da Água (INAG), baseia-se na cota de 200 metros, o que compromete a linha do Tua em cerca de 35 quilómetros. “Com esta cota o caminho-de-ferro não vai além do Cachão”, constata o autarca.O mesmo documento refere, ainda, que há interesse em minimizar a interferência da albufeira com a linha férrea, o que poderá levar à descida da cota. A hipótese dos 170 metros salvaguarda parte do troço a norte da estação de Brunheda, reduzindo, assim, a inundação para os 15 quilómetros. No caso de se optar pelos 160 metros as carruagens do metro de Mirandela podem circular até à estação de Santa Luzia, ou seja numa extensão de mais sete quilómetros em relação à solução anterior.A adopção de cotas mais baixas, contudo, “reduzirá a potência a instalar e a energia produzida pelo aproveitamento”, conclui o mesmo documento.Investimentos efectuados pela REFER comprometidos com a construção do empreendimento hidroeléctricoPerante este cenário, o edil mirandelense afirma que qualquer uma das cotas vai comprometer o futuro do último troço de caminho de ferro da região, visto que a interrupção da ligação ao litoral vai ditar o fim deste meio de transporte em Trás-os-Montes. Ou seja, a submersão de parte da linha afastará os turistas, que entravam em Mirandela e aproveitavam para visitar o Douro e seguir até ao litoral, ou aqueles que faziam a viagem no sentido inverso, contemplando a beleza das paisagens naturais.Recorde-se que a ligação à linha do Douro e ao litoral era feita na estação de Foz Tua, que fica comprometida com qualquer uma das cotas estudadas para o empreendimento. A construção da albufeira, contemplada no Plano Nacional de Barragens, põe ainda em causa os investimentos feitos pela REFER para revitalizar a linha no troço danificado no acidente de 12 de Fevereiro de 2007.Após a reparação da linha, a viagem entre a Brunheda e o Tua continua interrompida, visto que a empresa responsável pela empreitada ainda está a implementar as medidas de segurança recomendadas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
Bloco apresenta Moção de Censura ao governo
Na sequênc

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Sócrates ouve críticas de Soares e protesto de sindicalista
Na sessão de abertura da Conferência "Os desafios do desenvolvimento - as dinâmicas sociais e o sindicalismo", José Sócrates teve de ouvir as críticas do fundador do PS à crescente presença do sector privado nas tarefas que competem ao Estado e à promiscuidade entre negócios e política. No fim do seu discurso, Sócrates ainda ouviu o protesto dum sindicalista na plateia, apelidando de "propaganda" o discurso do primeiro-ministro.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Novo arrendamento jovem atrai um sexto dos candidatos esperados
Notícia completa em www.esquerda.net
Não a mais mentiras!!! Referendo Já!!!!!!!
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